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Arena - Silvia Machado

Arena - Silvia Machado

Arena - Silvia Machado
A estrela que virou no vento - Paula Regina e Sérgio Luiz

A ilha do José - Silvia Machado

A ilha do José - Silvia Machado

Figuras de Van - Clarissa Suzuki

Figuras de Van - Arnaldo Torres

Figuras de Van - Clarissa Suzuki
Karoo-A
terra dos primeiros Arnaldo Torres

Karoo-A terra dos primeiros Arnaldo Torres

Quando teu gosto senti... -
Arnaldo Torres

Covacha - Marcos Gorgati

Karoo - Marcos Gorgati

Covacha - Marcos Gorgati

Quando teu gosto senti... -
Arnaldo Torres

Quando teu gosto senti... -
Arnaldo Torres

Covacha - Marcos Gorgati

Covacha - Marcos Gorgati

Ofertorium

Ofertorium
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ARENA (estréia
em agosto de 2009)
de Ana Bottosso
Espaço fechado. Beleza na feiúra, cura
na morte, dor no riso. Símbolo e paradoxo. O eu no mundo, o mundo
criado pelos tantos “eus”. O homem exposto, nu, visceral,
primitivo e ao mesmo tempo tão contemporâneo. Dói
cair, dói saber, dói morrer, dói viver. E cura, também?
Ação circular como... moto-contínuo. O show-exposição
da carne humana.
“Eu apresento-lhes “mentalidades” como sistemas de imagens,
conceitos de juízos informulados, ordenados variamente nas diferentes
classes sociais: sistemas em movimento e, por conseguinte, objectos de
estudo para a história, mas que não se deslocam sempre ao
mesmo passo nos diferentes níveis de cultura e que ordenam o comportamento
das pessoas e as conduzem sem darem por isso.” (Georges Duby - historiador
francês).
A ILHA DO JOSÉ (2006, em repertório
até o momento)
de Ana Bottosso e elenco
Livremente inspirado em “O conto da ilha desconhecida”, de
José Saramago, o espetáculo conta a história do homem
que foi pedir um barco ao rei para ir em busca de uma ilha desconhecida.
Ilha do José-homem-brasileiro, homem do povo, cidadão. Ilha
de um específico José, o Saramago, impulsor deste espetáculo.
São muitas ilhas. Lirismo, subjetividade, movimentos, sons e cores.
O trabalho é destinado a todas as idades e sugere poesia... A importância
de “navegar”. Procurar, sempre. As “coisas do mundo”
não estão prontas, sempre há o que desvendar, reinventar.
Aventurar-se em busca do novo ou o medo de arriscar? E descobrir, por
vezes, que podemos estar sobre nossas próprias “ilhas desconhecidas”
sem que tenhamos nos dado conta disso.
TRÊS MOMENTOS DO MOVIMENTO (2005, em
repertório até o momento)
de Ana Bottosso
O espetáculo é composto pela fusão de três
trabalhos do grupo: KAROO - A TERRA DOS PRIMEIROS,
COVACHA e FIGURAS
DE VAN. Esta proposta apresenta ao público
diferentes resultados de uma pesquisa que traz uma linha comum: a criação
em dança a partir de alguma outra linguagem artística: escultura,
pintura, poesia. KAROO
é uma coreografia construída a partir de esculturas africanas
anônimas que retratavam prováveis habitantes de uma região
da África. FIGURAS DE VAN
foi inspirado pela pintura "Os comedores de batata", de Vincent
Van Gogh, enquanto COVACHA
é inspirado nas obras e passagens da vida do poeta chileno Pablo
Neruda. São ao mesmo tempo trabalhos distintos e complementares
na trajetória do grupo: esteticamente (e sensorialmente) diferentes,
todos resultaram em possibilidades amplas de criação com
base na descoberta de como a dança pode ler outras linguagens artísticas.
As transições entre os três trabalhos acontecem de
forma que não haja intervalos. É criada uma unidade para
o espetáculo através de fusões que apresentam as
diferentes transformações: de imagens, de músicas,
de movimentação. Trata-se de um procedimento estético
que possibilita que o público acompanhe o trajeto que está
sendo percorrido. Nas trocas de cenário e figurinos este elemento
também está presente: todo material utilizado durante o
espetáculo está exposto desde o início, e ao longo
da coreografia é utilizado e remanejado em cena conforme o necessário.
A ESTRELA QUE VIROU NO VENTO (2007)
de Ana Bottosso e Uxa Xavier
Uma criança e uma estrela. Estrela-do-mar,
estrela do céu. O corpo da criança e o corpo da estrela
se misturam, é sonho ou realidade? A estrela-do-mar se cansa de
ser o que é e decide experimentar ser outras coisas. Sempre guiada
pelo vento, ela se transforma em diversos seres que vivem na água,
terra e ar. E vira animal, sereia, criança, árvore, roupa
no varal, estrela do céu..., até ver seu reflexo no mar.
E quando o vento sopra de novo, para onde ir? Essa é uma história
sobre movimento, sobre virar no vento e na imaginação de
cada criança-estrela...
COVACHA (2004, em repertório até
o momento)
de Ana Bottosso
Imagem do mar, faixa de areia e divagações pelo movimento
das águas. Espaço para tradução de sensações
baseadas na obra e em passagens fundamentais da vida do poeta chileno
Pablo Neruda. Maresia, maremoto, tempestade e calmaria. Amor e sangue.
Subjetividade, luta política e palavras com ou sem som se misturam
em uma rede latina, em busca de identidade cultural, força e lirismo.
Figura recorrente na obra de Pablo Neruda, o mar é elemento central
deste espetáculo, a partir do qual são apresentadas imagens
coreográficas referentes à vida e obra do poeta chileno.
O espetáculo pretende transitar pelas diversas fases de sua produção;
falar sobre natureza, amor, luta política. Neste contexto, e aliado
à subjetividade também buscada, o trabalho caracteriza-se
ainda por uma aproximação com a discussão sobre lugar-país,
lugar-terra/território - já que estão sendo buscadas
relações de identidade entre culturas e espaços da
América Latina.
LABIRINTO (2004)
de Fernando Machado
Procura, angústia, desespero, felicidade, harmonia e equilíbrio:
palavras chaves que podem se ditas nesta ordem e, também, denotar
um roteiro de emoções que são colocadas à
disposição do espectador em LABIRINTO.
O corpo que se move não apenas no espaço, mas idéias
e energia que afloram do interior de cada intérprete. Levam a algum
lugar e sempre retornam. Geram com isso um círculo energético
que só pode ser sangrado com a presença incondicional do
ego. LABIRINTO
é um jogo de movimentos que pode se expressar ora pela forma, ora
pela energia de sentimentos que unem um grupo em função
da liberdade e do amor pela dança.
FIGURAS DE VAN (2003, em repertório
até o momento)
de Ana Bottosso
Relações conflituosas transparecem em uma sala de jantar.
Poucos elementos estão claros - algo sufoca, enfrenta, espera.
FIGURAS DE VAN
é inspirado no quadro Os comedores de batata, do pintor holandês
Vincent Van Gogh (1853 -1890) e, como o próprio artista declarou,
os traços de sua pintura buscaram expressar sensações
e sentimentos escondidos pelo corpo, muito mais do que apenas um conjunto
de formas realistas. Esta característica, que o aproximou do que
mais tarde seria a corrente expressionista (o dilaceramento, a radiografia
do ser), foi o ponto de partida para a criação coreográfica.
A composição de movimentos transpõe para a cena as
relações entre as personagens - talvez não como aconteceriam
de fato, mas como se passam no interior de cada uma delas. Busca recriar
em cena o mistério expressivo desta pintura, onde a aparente falta
de movimento pode esconder uma intensa necessidade de explodir.
QUANDO TEU GOSTO SENTI... (2002, em repertório
até 2003)
de Ana Bottosso
Trabalho coreográfico desenvolvido a partir do interesse em pesquisar
e expressar, por meio de emoções traduzidas em movimentos,
as diversas formas pelas quais o veneno se manifesta. Até onde
certos venenos são reais ou simbólicos? Quais substâncias
ingerimos que nos deterioram? Quais destruições acontecem
por serem necessárias para novas construções? Há
antídotos?
Veneno, s.m. Substância que perturba, altera ou destrói as
funções vitais.
Nem tudo que parece nocivo o é; aquilo que pode parecer ingênuo
talvez seja letal... Sentir o gosto... doce, de fel, mortal, do amor...
Sentir... sem... sentir.
KAROO - A TERRA DOS PRIMEIROS (2000, em repertório
até 2001)
de Ana Bottosso
Acredita-se que em Kango Caves, na região do Little KAROO,
na África, surgiram os primeiros homens do planeta. Em vista disso
uma escultora anônima criou três estátuas feitas de
sal, que se encontram no Museu de História Natural e Artes Africanas
na cidade de Cape Town (cidade do Cabo da África do Sul). São
esculturas brancas e uma das leituras possíveis a partir destas
imagens levam à percepção de fisionomias futuristas.
Seres do passado com visões de um futuro hostil. A partir daí,
o grupo desenvolveu experimentações corporais que buscaram
criar possibilidades de movimentos e relações entre os seres
desta época, bem como uma fusão entre passado e futuro através
da transformação destes elementos ao longo do tempo. Assim,
este trabalho coreográfico trata do aparecimento do homem, seus
costumes e crenças, transpondo-os até os tempos atuais.
Traça um breve paralelo entre ambas as situações
- tão distantes cronologicamente, porém bastante próximas
quando identificam-se atitudes comuns entre os homens e o modo de vida
destas diferentes épocas.
OFERTORIUM (1999)
de Ana Bottosso
Primeiro trabalho do grupo, OFERTORIUM
foi elaborado a partir de elementos da Idade Média. Remete à
idéia de uma oferenda em que o homem, através de um ritual
manifestado pela dança, oferece a si mesmo em troca de um ideal
existente em seu íntimo.
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